Quem está sempre ligada aqui sabe que eu adoro falar sobre beleza, e sobre padrão de beleza também! Ao mesmo tempo que eu me perco em tutoriais de beauté, gosto de achar motivos para não precisar deles todos os dias para me achar bonita. Vaidade tem que ser opção, sabe… a gente tem que ter porque quer e não porque precisa.

Nesse post eu quero falar mais uma vez sobre padrão de beleza, mas dessa vez eu trouxe um depoimento muito especial que vai ajudar todas vocês a romperem com vários conceitos de “mulher perfeita” que são nos apresentados diariamente. Esse é o depoimento de um homem apaixonado, e ele veio falar pra gente um pouquinho sobre a sua “mulher perfeita”:

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“Ela é bonita, mas essa está longe de ser a principal característica dela. Na verdade não dá para saber se é o jeito que ela mexe no cabelo, ou o sorriso bobo que ela dá de vez em quando… ou um pouco disso tudo na dose ideal.  Sei lá. Eu não sei muita coisa sobre ela, nem sobre coisa nenhuma quando estou perto dela, ou longe… ela me deixa confuso, e com uma dor dentro das costelas que parece com falta de ar, mas não é.

Perto dela eu respiro fundo e perco o folego ao mesmo tempo. Viro moleque e envelheço 10 anos,  como ela quiser. Eu me viro do avesso para parecer mais bonito, troco de pele, troco de ideia, troco de música. Só pra ver ela sorrir. Porque quando ela sorri, velho… o mundo gira devagar, câmera lenta, trilha sonora… eu vou no céu e volto sem tirar o pé do chão. Porque não é viagem, ela é real, ela existe, é de carne e osso e está diante dos meus olhos… perfeita com o seu monte de defeitos.”

Gostaram?

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